quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Falou e disse....

Sei que muita gente já falou sobre a Dengue, sobre a problemática Cidade da Praia. Pode-se dizer que é mais uma opinião...mas eu digo que é mais que opinião... é um desnudar com soluções...resta agora vontade política e pulso para levar à prática as medidas que a Eunice Silva apresentou no seu artigo publicado no Liberal...

" Foi com satisfação que vi o Sr. Presidente da Câmara da Praia anunciando que, no quadro desta campanha de combate para a irradicação dos fócos de contaminação, irão selar todos os pardeeiros e construções inacabadas. Digo o seguinte ao Sr. Presidente: neste particular, a Câmara deve ir um pouco mais além, isto é, selar e de seguida fazer um anúncio público para que os proprietários desses pardeeiros/construções inacabadas se apresentem nos Paços do Concelho, onde caso a caso será analisado, no sentido de um acordo para a demolição, finalização ou venda em hasta pública com proveitos para as partes. Fechado o acordo avançar para a sua execução ou no caso do proprietário não comparecer ou não colaborar a Câmara deverá agir coercivamente, pela via legal que lhe confere o poder de autoridade e no interesse público. (num país que fazem expropriação de terreno para "bem público" duvidoso para ser vendido aos Estranjas... porque não fazer isso sabendo que estamos a salvaguardar a saúde do nosso povinho, esse sim um bem público inestimável - afinal somos nós o sustento do sistema)

 As carcaças, ferro velho, equipamentos, carros abandonados e outros, devem ser igualmente objectos, de um anúncio público dando um prazo para serem removidos, extinguidos ou colocados em lugar apropriado. Findo o prazo a Câmara apreenderá esses “materiais/equipamentos”, independentemente de serem lixo, recicláveis ou material aproveitável, para depois lhes dar o devido tratamento; (alguém viu a quantidade de lixo retirado do palácio do governo?!?!!)

 Os animais à solta devem ser banidos da cidade com recurso às apanhas periódicas e criação de um cativeiro municipal onde seriam colocados durante um prazo mínimo, findo o qual serão vendidos, com proveito para a Câmara, ou mortos conforme os casos em presença; (já aqui escrevi alguns encontros de 3º grau com umas vacas em plena via rodoviária)

 Vendedores ambulantes – a bem sucedida investida da Câmara que conduziu à evacuação das vendedeiras ambulantes das ruas do platô tem hoje como resultado a proliferação desconcentrada de vendedeiras e vendedores, peixeiras, sapateiros, costureiros, incluindo a confecção de alimentos em fugareiros improvisados, etc por toda a cidade. Há que travar isso, com mão dura. Cumprindo e fazer cumprir a lei, a bem do interesse público, colectivo
. " (e anda a IGAE pelos restaurantes...)
Ler na íntegra aqui

1 comentário:

Anónimo disse...

O que nada mais é do que o plano apresentado em 2007 na CMP e que o Ulisses reciclou.
Pena é que não concretize e se limite a repetir soluções por demais conhecidas...