terça-feira, 28 de agosto de 2007

Bater ou não bater?

Há dias, na festa do aniversário da minha afilhada...(sim enfrentei os diabinhos), depois de assistir a várias cenas de "agressão em miniatura" eis que uma das mães aplica uma palmadinha no rabinho de um pestinha e este "incidente" dividiu as mães na sala. Uma ala defendia que não deveria e a outra (da qual fazia parte, não na qualidade de mãe, mas de filha, eheheh- sim minha mãe ainda me leva às festas de aniversário-.) defendia que tinha sido o melhor correctivo.
Actualmente tudo causa trauma nas crianças, até a história do capuchinho vermelho foi alterada, agora o lobo mau não come a vovozinha, esta é escondida dentro do guarda-roupa. Isto porque os estudiosos dizem que é anti-pedagógico.
Sou adepta de que uma boa palmada, aplicada no momento do delito, e acompanhada de uma explicação é uma boa dica para a criança entender que a cena não deve ser repetida.
Quando vejo cenas de criannças levantando a mão para os pais, fazendo birras para ter coisas, ..., fico doente. Algumas amigas dizem que é por não ser mãe, mas peço à Deus que no dia que isto acontecer eu não amoleça, pois para mim muito destes comportamentos que vejo hoje nos mais novos advém da falta de controlo que os pais hoje tem sobre os filhos. Entregam os filhos à TV, às escolas e com essas teorias de "não causar trauma" e outras coisas que tais eles vão crescendo achando que podem fazer tudo...

1 comentário:

VL disse...

Eu sou a favor de uma boa palmada. Não me matou, nem traumatizou e confesso que a minha "bubu" de 1 aninho já levou sua PRIMEIRA palmada :D Pelo menos ela já não mexe mais nas tomadas...

Temos que tentar reverter a situação a que chegou os filhos de hoje... ainda vamos a tempo