sexta-feira, 30 de março de 2007

Impostos...


A propósito do prazo para a entrega do IUR (imposto único s/rendimento) -(31 de Março), encontrei esta sátira e acho que fica a matar!!! Para quando a revisão dos abatimentos?! É um absurdo o que se paga de IUR neste país!!

terça-feira, 27 de março de 2007

Dia da mulher cabo-verdiana

Procurei uma imagem para referenciar a mulher cabo-verdiana, mas nenhuma me pareceu ideal. A mulher cabo-verdiana hoje não pode ser simbolizada com uma negra a carregar um balaio na cabeça, só se isto representar o seu papel na economia do país, pela forma como labutam pelo sustento e educação dos filhos e, em muitos casos, de toda a famíla. A mulher cabo-verdiana hoje também é ministra, parlamentar, directora, jornalista(...), desempenha papéis que antes eram exclusiamente masculinas. Conseguimos um lugar na sociedade e muitas de nós tem nas mãos o poder de decisão - Façamo-nos ouvir, pois ainda há muito por fazer.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Pérolas na nossa TCV...

Ver o telejornal na sexta-feira fez-me ficar com a "alma parva":
Em menos de uma hora conseguiram reunir essas"maravilhas"!
1 - (...) "este bloco operatório vai servir os utentes doentes, vivos e mortos" (mais alguém se candidata?)
2 - (...) "É a classe média que FAZ as REALIZAÇÕES." (sem comentário pois não?)
Mas a melhor, quanto a mim, foi essa:
3 - (... ) "Encontraram o treinador morto no seu quarto de hotel. O caso está em investigação, mas avançam com hipótese que foi assassinato pois a porta não apresentava sinais de arrombamento. (Isso sem "explicar" a causa da morte - O que me levou a pensar que se a porta estivesse arrombada teria sido morte natural) -E tiveram a coragem de repetir o texto no último jornal!!!.

Aguardo votações para o Óscar!

Ps:Vou passar a ver mais telejornal na nossa televisão, é que afinal não é uma coisa enfadonha, muito pelo contrário.

CVT - TeleCOME


Ora pois…a CVT mais uma vez na berlinda, desta vez não é acusada de “roubo” mas de ser roubada. Não achei que devia falar sobre isso e por isso mantive-me quietinha, quando li a notícia. Mas caramba, as coisas me perseguem! Imaginem a situação: Queria efectuar uma recarga e resolvi experimentar a “telerecarga” , publicidade que dá a cada 5 minutos na rádio -“si bu crê papia di graça” (musiquinha irritante)!!Ok, executei os passos na máquina ATM e dirigi ao balcão da CVT para saber o que fazer. Lá explicaram e fiz tudo direitinhooo.
Deu erro. Muiiiiiiiiiiiiiiiiiito calminha regressei, outra vez, à loja e pediram-me a 2ª via do Recibo. Já menos calma fui outra vez à ATM. Quando volto, encontro a loja cheia de clientes, e explicam-me que agora os carregamentos são efectuados pela CVT, que os cartões de recarga já não são entregues aos clientes, que as recargas agora demoram mais tempo a entrar no móvel WHAT?!?!?!?! Brincadeira!! Aí saltou-me a tampa! O QUE É QUE EU TENHO A VER COM ISSO?!?!?!? Não havia outra solução?!??! PORQUÊ vou ter de levar com um serviço mais moroso por culpa da CVT não ter tido ideia melhor para resolver problemas internos?! PORQUÊ milhões de clientes pagam por algo efectuado por alguns estudantes pestinhas, que passaram um atestado de “pouca inteligência” aos colaboradores da CVT ao descobrirem a sequência “lógica” utilizada para gerar os cupões de carregamento?! (isso mais uma vez vem demonstrar nós os cabo-verdianos somos mesmo controversos – somos inteligentes e criativos mas usamos isso em coisas “menos próprias”) continuemos…
Que a CVT tenha bloqueado os cartões dos prevaricadores, foi uma medida possível, porque se tivesse sido a ELECTRA, eles cortavam a electricidade e água e ainda tinham de pagar uma multa. – Há que haver alguma forma de punição!! Temos de aprender nesta nossa terrinha e fazer valer a expressão “Crime não compensa” ,por mais que temos visto casos que demonstram contrário, mas não sejamos “como os outros” nem cultivemos uma cultura assim, ou mais tarde isso vai ser bem pior….tipo terra de ninguém!
Que a CVT- nos meta os pés e as mãos nos nossos bolsos devido a um serviço de móvel, Internet e TV a cabo (que não presta) caríssimos, discordo da posição que ela mereceu a burla. Cada empresa vende um produto, e nós necessitados compramo-lo, se a empresa detêm monopólio e com isso ganha vantagem, meus amigos, se tivessem uma empresa nessas condições faziam o mesmo!
AGORA, o que não aceito é que me façam esperar mais de 3 horas para o meu saldo ficar disponível.
EXPLIQUEM-ME por favor porque a CVT não procurou resolver o problema sem lesar a maioria dos seus clientes? Já imaginaram se a TVCabo fizesse o mesmo?! Cada vez que descobria cartões piratas, PIMBA todos os seus clientes pagavam (serviço mais lento, etc, etc), ou a TMN ou a Vodafone?! Este problema técnico é assim tão complicado de se resolver? Os técnicos da CVT são tão vagarosos assim? – já agora uma sugestão: que tal fazerem uma troca de impressões com os pestinhas?
Será que fazem isto para “forçar” os clientes a utilizarem o serviço “telerecarga”!?!? Mas por experiência… a porcaria não funciona!! Pelo menos comigo! (Será que fui azarada?!)
Já ouvi/li que a solução vem a caminho…a T+… Mas meus amigos…desenganem-se se acham que, com a entrada de uma operadora, as coisas vão mudar…fiem-se na virgem! Tal como aconteceu em Portugal, o mercado mudaria se aparecesse uma 3ª operadora (em Portugal foi a Optimus), e lamento ser pessimista, mas não estou a ver o mercado de telemóvel em Cabo-verde suscitar a apetência de mais que 2 operadoras.

PS: Já escrevi demais para uma segunda-feira!

quinta-feira, 22 de março de 2007

Loucuras d'Amor


Desenganem-se aqueles que pensam que vou falar sobre minhas loucuras d’amor. Nada disso. Estou a falar de uma peça de teatro. Ainda não tinha dito nada sobre as peças que têm sido apresentadas neste "Março-Mês de Teatro".
Pois é, fui ver “loucuras d’amor” do atelier teatrakácia (não imaginam as vezes que tive de ler esta palavrinha até a pronunciar, depois “descobri” - suponho! - que era a ligação teatro e acácia (árvore resistente à seca)). A outra peça “Mulheres na Laginha”, foi impossível. Esgotado 4 dias consecutivos! (dou a mão à palmatória, ou o povo mindelense está muito ligado nisso do teatro, ou então a enchente foi porque nesses dias os canais de tv a cabo não estavam a funcionar - espero bem que não!!!). Sobre essa peça – “mulheres na Laginha” - ouvi opiniões contrárias e como não vi (mas gostaria de ter visto) não vou comentar.
Loucuras d’amor é uma peça baseada nos textos do conto “A vida como ela é” de Nelson Rodrigues. Versa sobre as relações amorosas e seus problemas: A rotina e a monotonia que os relacionamentos caem, relações a três e aparências. Um cenário interessante, mais ainda com todos os atropelos que surgiam cada vez que tinham de acertar as duas peças (saiu bem à primeira…mas depois…). O grupo incutiu nos textos expressões e vivências mindelenses e conseguiu tirar boas gargalhadas ao público. Sala cheia, público educado (não houve nenhum engraçadinho a atender o móvel, aliás não se ouviu um toque do novo apêndice humano). No final era patente a satisfação do público. Quanto a mim, soube-me a pouco. Por se tratar de um tema tão vasto, que mexe com muitos valores, valores estes que, cada dia, parecem relegados para segundo plano, era de se ponderar uma abordagem um pouco mais directa e um pouco mais séria. Porém é de realçar que uma hora e meia de espectáculo não dá muita margem de manobra e parece-me que o público aprecia muito mais uma comédia. Ao sair um sentimento… valeu a pena (para mim), a verdade é que ri, diverti-me, descontraí depois do dia de cão que tinha tido.
Espero que mesmo através da forma cómica, tenham conseguido despertar no público a consciência que é preciso diálogo, por a mão na ferida para se poder cura-la. Pelo menos, no meio das gargalhadas, tive tempo de “olhar para meu umbigo”. Se me perguntarem se vale a pena assistir, sou obrigada a responder “assim-assim”, pois depende dos olhos de quem vê! Não deixem que as opiniões dos outros influenciem as vossas escolhas. Quem puder, que vá e constate com seus próprios olhos.

quarta-feira, 21 de março de 2007

Uma perguntinha....

Hoje é dia Mundial da Poesia e do sono!
Há alguma relação nisso?
Será que a poesia faz sono? ou a falta de sono é que faz nascer poesia?
(acabei por fazer mais de uma pergunta, mas é porque tenho o Tico e o Teco de greve)

Hoje...

...estou naqueles dias em que o trabalho fascina-me tanto, mas tanto, que chego a ficar parada, a olhar para ele, sem conseguir fazer nada.

Dia Mundial da....POESIA

Mais um dia de...hoje é dia mundial da Poesia (também não sabia, desta vez não foi a rádio mas uma amiga minha que me informou). E hoje também inicia a Primavera!!! Em homenagem a isso tudo vai um poema de Fernando Pessoa:

“Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se se for preciso...
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
Circunda-te de rosas...
Ame...
Beba...
Ria...
O mais é nada " .

Fernando Pessoa

terça-feira, 20 de março de 2007

segunda-feira, 19 de março de 2007

19 de Março...Dia do...PAI


Hoje é mais um daqueles "dias de...". Como disse anteriormente, estes dias servem de pretexto para se fazer alguma coisa. E foi o que fiz: apliquei 2 beijos nas bochechas do meu pai, desejando-lhe um feliz dia, e mandei-lhe um mail a dizer que o amo muiiito. Coisas que habitualmente não faço. Não por não o amar, pois eu amo, mas sei lá...sou um bocadinho esquisita no que toca a demonstrar afecto, e hoje, como é "natural" estas declarações, aproveitei e Pimba.(esquisita, esquisita mas acabei por fazer uma declaração pública...vá eu entender minha cabeça!)

Para aqueles que são pais, desejo um feliz dia, que curtam bastante os filhotes e que reflictam sobre o papel que desempenham no crescimento destes. Todas as crianças têm direito ao nome, ao amor e ao respeito de um pai. Ser pai não é apenas participar no momento da concepção, mas é participar em cada passo que o filho dá na sua vida; mostrar-lhe o caminho e não leva-lo ao destino, levanta-lo quando ele cair e não impedir que ele caia. Ser pai é sentir que o filho é um prolongamento dele mesmo. Creio que aqueles que já experimentaram a maravilha de ser pai sabem o que é isso tudo. Eu não sou pai ( até onde eu saiba sou mulher), mas tenho um que me fez e me faz sentir o que é esse sentimento de ser PAI.
Ps: Em homenagem ao meu pai, hoje não vou reclamar que é segunda-feira!

quinta-feira, 15 de março de 2007

Reclamar é preciso!!!




Fui acordada, não por uma música suave e gostosa mas pela voz do locutor que “berrava” (ele não sabia que ainda estava a dormir…) que hoje é dia mundial do consumidor …confesso minha ignorância… não sabia. Hoje em dia há dias para tudo! Não sou (totalmente) contra, porque servem de “desculpa” para se tirar um dia para discutir o assunto. Aqui em Cabo-verde têm-se desdobrado em mesas redondas, workshop e a última moda são os fóruns. Com muita pena se tem verificado que não passam de palavras e intenções, e dessas o inferno está cheio e já nem devem estar a aceitar lista de espera.
Voltando ao meu acordar…ainda na cama e com os meus dois neurónios (Tico e Teco) ainda dormentes pensei...é hoje o dia para falar sobre reclamação. Faz um tempo que venho adiando. Estava à espera que me passasse o fel que experimentei num dia que fui a um restaurante e assisti a uma cena deplorável, em que o dono do restaurante quase batia num cliente por este não ter gostado da mousse de chocolate e teve o “atrevimento” de reclamar. Subiu-me sangue às orelhas!! Prometo que vou tentar abordar o tema de forma suave…
Ora pois, o cabo-verdiano reclama por tudo e por nada, mas reclama para o vento, nunca direcciona a sua reclamação para “quem de direito”; ou porque desconhece esse “quem”, os meios para a fazer ou por comodismo.
Quantas vezes empurramos goela baixo sapos e vacas e engolimos a reclamação porque “não me apetece chatear mais com isso” ou “não vai adiantar nada”, entre outras coisas.
Quantas vezes apetece metermo-nos por debaixo da mesa e pedir que se abra um buraco no chão se um colega nosso resolve reclamar de uma coisa “meio chata” mas da qual ele tem razão!??!
Eu lembro-me que quando pequenina e, meu pai reclamava de algum serviço, eu dizia: “deixa lá pai!” ao que ele respondia “Estamos a pagar pelo serviço e por isso temos de exigir que seja bem feito”. Hoje?! É melhor não me convidarem para ir a um restaurante ou acompanhar-me à algum sítio onde esteja a pagar qualquer coisa, ou estarão sujeitos a tornarem-se “avestruzes” sempre com a cabeça enterrada algures. Reclamo sim! Aprendi que quando se reclama todos saímos a ganhar, eu porque recebo aquilo que acho que mereço e o serviço melhora, porque EM PRINCÍPIO não repetirá o mesmo “erro”. (Não vou comentar o “em principio”, prometi ser boazinha…lembram-se?)
Mas se temos o direito de reclamar e muitas vezes não o fazemos por comodismo, há também que ver o outro lado da questão: O cabo-verdiano NÃO SABE ACEITAR RECLAMAÇÃO!!! Se um cliente reclama é porque é chato, é porque pensa que sabe tudo e ainda sem falar da cara feia do prestador do serviço que o cliente tem de gramar.
Sabem a melhor? Se não reclamarmos as coisas ou vão permanecer na mesma ou vão piorar…porque melhorar…só por milagre. Como é que o prestador de serviço vai saber que fez algo pouco próprio (continuo boazinha)? Ok! Às vezes até sabe que fez “asneira”, mas ACHA que não demos por isso e confia ou na nossa burrice, distracção ou bondade… nestes casos…eheheheh pela vossa santa mãezinha não perdoem!
Eu acredito que se começarmos a não sentir medo das caras feias (já somos crescidinhos, bicho papão é coisa de criança) e pensarmos que se queremos que nosso país cresça, que os serviços melhorem é preciso reclamar, mas façam-no de forma direccionada, construtiva, com boa educação e estilo – Cabo-Verde agradece!

Ps: Consegui! Só fui mazinha uma (?) vez! Conseguem descobrir?

quarta-feira, 14 de março de 2007

Gosto...


Gosto...
Gosto do teu beijo;
Gosto quando olhas para dentro de mim,
Gosto do teu toque tão leve e tão intenso,
Gosto quando me tornas tua,
Gosto do teu gosto e...
Gosto que gostes de mim!

MS

terça-feira, 13 de março de 2007

Amor...



«Não adianta lutar pelo amor…ou o sentimos, ou não há força no mundo que consiga provoca-lo. Podemos fingir que amamos. Podemos habituar-nos ao outro. Podemos viver uma vida inteira de amizade, cumplicidade, constituir família, ter sexo todas as noites, ter orgasmos, e mesmo assim sentir que há um vazio patético nisso tudo, que alguma coisa importante está a faltar» in “ A Bruxa de Portobello - Paulo Coelho”.

segunda-feira, 12 de março de 2007

Monday...

Ainda por cima depois de um fim-de-semana estupendo... ouvir as duas palavras juntas: Feliz e Segunda-feira...é mesmo de se arrepiar... brrrr

sexta-feira, 9 de março de 2007

TACV ...


Hoje tive mais um daqueles encontros de 3º grau com a nossa querida e amantíssima empresa transportadora aérea, vulgo TACV. Tinha uma esperança, não uma GRAAANDEE, uma pequenina, ok, confesso, uma pequerrucha esperança (ou não fosse cabo-verdiana) de que com a onda de despedimentos, o pessoal estaria a esmerar-se…QUAL QUÊ?!?!?!Tá tudo "numa nice”, “não se passa nada”, “tá-se beemm”. Continuam a tratar os passageiros como pedintes ou coisa pior. Lembrei-me e revivi os inúmeros encontros e apeteceu-me desancar alguém e dizer coisas menos próprias... tipo " se fores a próxima vítima, talvez não terei de gramar tua cara num próximo encontro"...MAS como sou boa cristã (muiiiiiiito boazinha), reflecti e com calma procurei outro serviço e meu problema foi resolvido, vá lá que há sempre as excepções para confirmarem as regras.
Por pouco ia-me tornar mais numa daquelas pessoas que estão a congratular com a desgraça alheia (os famosos despedimentos). Encaro isso numa lógica de gestão e não pessoal. Se a empresa tem de se tornar competitiva, se a empresa tem excesso de trabalhadores e ainda por cima ineficientes (estou a ser muito boazinha, mas não encontrei uma palavra que pudesse não ser insultuosa), continuando…se a empresa tem um cocktail de problemas…meus amigos, tem de se começar por algum lado. Longe de dar uma de guru de gestão, mas começa-se sempre pelos custos que conseguimos controlar…e o “dito” (a quem deve, neste momento, ter mais nomes que os filhos da realeza portuguesa e os ouvidos da mãe dele devem zunir a toda a hora), começou pelo pessoal. LÓGICO!! Que o nosso “Prime Minister” tenha dado um nome chique aos despedimentos, que as pessoas refiram a isso como uma redução, ao fim ao cabo, na prática, é tudo a mesma "substância malcheirosa", isso não importa. Era necessário.
Já ouvi e li muitos comentários de pessoas a baterem palmas, não pela medida em si, mas pelo infortúnio dos despedidos. Aproveitaram o momento para descarregarem toda a frustração que já passaram pelas mãos da TACV. É só consultarem os jornais on-line e verificarem que é uma verdadeira sessão de terapia de grupo, são os PAVT (passageiros anónimos vitimas dos TACV) (puxa estou espantada com minha criatividade, a sonoridade da palavra parece um estalo, mesmo a condizer com a situação). Bem, longe de querer fazer parte do grupo, nesse meu encontro de 3º grau, respirei fundo e disse para mim mesma, a mentalidade vai mudar, tem de mudar ... Mas pessoal temos de rever nossa posição perante a nossa sociedade e principalmente nossa posição em relação à empresa onde trabalhamos! É URGENTE.

quinta-feira, 8 de março de 2007

Viva Nós!!


Machismos e cretinices à parte...hoje é o dia internacional da mulher!! Um dia dedicado à nós que somos filhas, profissionais, namoradas, amantes, esposas, mães, que tem tempo para ser tudo isso e ainda para ser mulher, este ser feito de emoções, por vezes contraditórias, que mesmo chorando por dentro ainda tem forças para sorrir, que sofre com amor ao dar a luz, que cai e se levanta tantas vezes ao percorrer o caminho da vida, que abdica muitas vezes da sua felicidade em prol da dos filhos, que conhece o amor incondicional. Muitas vezes incompreendida, muitas vezes subjugada, muitas vezes maltratada e discriminada.

Sei que não somos um poço de virtude (as santas estão no céu e/ou no altar!!), que dentro de cada uma de nós existe também uma mulher sacana, muitas vezes fruto das circunstâncias da vida e de outras coisas que tais... que os homens consideram-nos complicadas, e somos sim, pelo menos eu sou (assumo), mas acredito que é essa complexidade em ser mulher que nos faz ser esse ser tão especial.

Eu adoro ser mulher... e para todas nós FELIZ DIA!

Bemmmm e agora...2 minutinhos de cultura geral (é sim sr. aqui também tem espaço para isso)

Sabem porquê o dia internacional da mulher é comemorado a 8 de Março?

PORQUÊ ? Perguntam vocês.... e eu respondo (do alto da minha sabedoria de copiar as coisas na net):

«Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma em todo o mundo. Mas somente no ano de 1975,>através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU.»

*Objectivo da Data* - Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objectivo é discutir o nosso papel na sociedade actual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, muitas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Dias não!


Há dias assim… dias “não!”
O acordar é difícil, mais ainda sair da cama;
Não se consegue a temperatura ideal para a água do banho e o relógio parece que tem pressa…
O café ganha mãos que agarram às paredes da garganta e recusa ir abaixo.
No caminho para o trabalho não se nota se faz sol, frio, calor… a mente ainda está na cama a dormir…
As tarefas do dia-a-dia seguem-se mecanicamente e a vontade de mandar tudo para o alto parece gritar a cada toque do telefone.
Agora, o relógio tomou um calmante bem forte…os ponteiros dos minutos levam horas a passar… e a mente sai do escritório e vagueia nas ruas até a próxima solicitação que nos traz de volta à prisão das paredes.
Finalmente a tarde cai e espera-se a penumbra da noite desejando que torne mais bela a nossa existência e nos traga um pouco de entusiasmo…numa corrida de corta-mato chega a hora de recolher…sozinhos na cama pensamos? Que fiz hoje?
A resposta crua: Nada… hoje não consegui ser feliz…mas amanhã…amanhã será um outro dia!
Enfim… há dias assim…

terça-feira, 6 de março de 2007

Encontrei-o...


Encontrei-o ...
Ou foi ele quem me encontrou?
Não interessa.
Agora caminhamos juntos.
Para onde?
Não sei!
Não me importa o destino, mas sim o caminho.
MS

segunda-feira, 5 de março de 2007

Viram??


O Eclipse lunar no Sábado?

Eu vi, mas gostaria de te-lo apreciado deitada na areia de uma praia, acompanhada pelo amor e um bom vinho tinto...

Traição...


Dói. Ai se dói. E não estou a falar da dor da depilação. Essa é física. A dor da traição corrói por dentro, revela o que há de pior em nós. Nosso lado lunar é colocado sobre uma lupa potente e os sentimentos mais obscuros vêm ao de cima. Quem já foi traído sabe muito bem a sensação de revolta, frustração e decepção que uma infidelidade pode acarretar. Medo, incertezas, confiança perdida, enfim, um rol de sentimentos que se confundem e provocam um terramoto interior. As expectativas acerca do relacionamento caem por terra e a pergunta que se coloca é: PORQUÊ?!?!?! A procura de quem é a culpa é o próximo passo. Muitos culpam o terceiro elemento, outros o parceiro e muitas vezes, numa atitude masoquista procura-se saber aonde foi que “EU ERREI” ? (parvoíce).
Mas o que considerar uma traição? Cada um tem um posicionamento diferente sobre o tema.
Para uns basta um beijo, quanto a outros até uma relação sexual sem vinculação afectiva pode não significar absolutamente nada. Há os que dizem que uma vez não são vezes.
Para mim? Beijo e sexo são traições e trair uma ou mil vezes é a mesma coisa… é traição na mesma.
Socialmente, existe uma pressão muito forte que muitas vezes leva-nos a tomar decisões que vão contra nossos sentimentos. Mea culpa - Já tomei muitas decisões assim, também já fiz que nem cavalo na parada: caguei e andei (desculpem a expressão), assumi a traição e a dor, e o relacionamento continuou e desta vez em bases mais sólidas, mas também já fechei a porta e parti para outra relação. Aprendi que o essencial é termos capacidade de enfrentar a situação e de sermos capazes de discutir o assunto com o parceiro - a comunicação é fundamental. A decisão? Nada de decisões “pré-fabricadas”, cada caso é um caso e a vingança, que muitas vezes passa pela nossa cabeça, apenas nos traz mais sofrimento.
Mais uma acha para a fogueira: às vezes a dor que sentimos não é directamente proporcional ao amor que sentimos pelo parceiro, mas sim ao nosso sentimento de posse, porque infelizmente ainda não aprendemos a amar sem apossar do outro.

O assunto é polémico, dá retalhos para uma manta e meia, mas para uma segunda-feira já chega- Já sabem que funciono mal às segundas. No entanto podemos continuar a discussão através dos comentários ao post.

sexta-feira, 2 de março de 2007

A dor e o prazer de ser mulher...


Acordei com o firme propósito de que tinha mesmo que fazer aquilo.
Liguei a perguntar se podia passar por lá. No final da tarde lá me dirigi, entrei no quarto e passados uns 5 minutos já estava despida. Deitei-me e não foi preciso esperar muito para sentir o toque quente na minha pele. Relaxei-me e preparei-me, pois sabia que não iria ser doce. De repente senti aquela dor dilacerante que se prolongou por uns momentos que pareciam uma eternidade. Tapei a boca com mão, mordi os lábios, sustive a respiração, fiz de um tudo para suportar a violência daquilo. Só quem passa por isso sabe o que é essa dor que nos corta a alma.
No outro dia repito a visita, desta vez sei que não há lugar para dor, pode doer um bocadinho, mas nada comparada à dor do dia anterior. Tinha à minha espera água morna com sais e, um a um, fui metendo vagarosamente os pés, sentindo uma sensação agradável que me pôs logo relaxada. Tão diferente do dia anterior. Depois de seca, deitei-me, e sinto aquelas mãos massajando-me, e fui relaxando… não senti dor, apenas prazer, por ter 3 pares de mãos cuidando de mim…
É tão diferente quando se faz manicura e pedicura de quando se faz uma depilação.

Um bom fim- de- semana! Eu já me preparei, estou linda e à espera do amor.


PS: Sim, sei...fui muito marota, mas apeteceu-me brincar um pouco.


quinta-feira, 1 de março de 2007

Extremismos...


A continuar com a perseguição que os fumadores têm sofrido ultimamente, qualquer dia teremos situações do género.

Não que seja a favor do tabaco, mas penso que caminhamos para um extremismo...